Projeto conceitual: O que é, e porque fazê-lo
Edição Nº 53 - Novembro/Dezembro de 2011 - Ano X
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Projeto conceitual: O que é, e porque fazê-lo



por Paulo R. Antunes
O Projeto Conceitual é a validação de uma idéia, ou seja, é a confirmação de que a melhor solução está sendo proposta para atender a determinado requerimento ou necessidade nas diversas áreas de uma planta industrial. É portanto a fase inicial do processo de projeto de um produto ou instalação.  É através dele que são concebidas as maneiras de solução para um determinado problema ou necessidade.
Podemos destacar cinco fases observadas na elaboração de um Projeto Conceitual:


 
A primeira fase é a Clarificação, identificação das necessidades ou problema e suas exigências..  É importante lembrar que o simples fato de esclarecer uma necessidade ou problema, automaticamente estaremos descobrindo quais são os requisitos necessários para a solução.
Nesta fase ainda não estamos preocupados em  como vamos atender essas solicitações de solução. O projetista de ser forte e não se deixar levar pela torrente de idéias que dá vontade de já sair esboçando uma porção de maneiras que poderiam resolver o problema. Contenha-se, seja objetivo e clarifique a necessidade e os requerimentos para solução.
A segunda fase é a Concepção, ai sim, solte-se, chegou a hora de dar  liberdade às suas ideias, de pesquisar e reunir todas as informações de todos os envolvidos e relacionar todas as formas possíveis de atender esses requisitos, é “Brainstorming” do projeto.  Esta é a fase da criatividade.
No caso de um projeto para um sistema de filtração, por exemplo, estaríamos aqui relacionando todas as tecnologias de filtração disponíveis e passíveis de serem aplicadas ao contexto do projeto.
A terceira fase é a Análise, infelizmente é a hora de sair do êxtase da criatividade e voltar para o mundo real, é aqui que devemos fazer uma análise crítica e comparativa de cada proposição feita na segunda fase levando em consideração todos os fatores relativos à operacionalidade, funcionalidade, impacto ambiental, disponibilidade, custo, prazos, eficiência, espaço físico disponível, restrições de processo, etc.
Lembre-se que ainda não estamos descartando nenhuma proposição, apenas estamos relacionando e evidenciando as vantagens e desvantagens de cada uma.
A quarta fase é a Validação, aqui mediante o conhecimento teórico e a análise das vantagens e desvantagens de cada proposição é hora de descartar as não aplicáve ...


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