Como está a limpeza da sua caixa separadora de água e óleo?
Edição Nº 75 - Julho/Agosto de 2015 - Ano XIV
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Como está a limpeza da sua caixa separadora de água e óleo?





Todos os postos de combustíveis, concessionárias de veículos e oficinas mecânicas são obrigados a instalarem e manterem em perfeito funcionamento as suas caixas separadoras de água e óleo (CSAO). Afinal, são elas que garantem que o óleo de motor e combustíveis, que são carregados junto com as sujeiras do piso, não vá para lugares errados como solo, aterros e rios ou, até mesmo, para a rede de esgoto.
A lavagem de veículos, por exemplo, sempre resulta em um líquido que contém quantidades razoáveis de óleos e graxas. Por essa razão, a operação de limpeza e lavagem adequada da caixa separadora de água e óleo - e também de tanques de combustíveis - só pode ser realizada por empresas especializadas neste segmento. E não pelas companhias que se dedicam exclusivamente à limpeza de fossas sépticas, as conhecidas ‘limpa fossas’, que não se enquadram na lei para executar o serviço. 
Tais ‘limpa fossas’ não têm licença para realizar esse trabalho. “É preciso ficar atento, principalmente, ao valor cobrado pelo serviço de coleta, transporte e tratamento. Muitas vezes, empresas têm entrado nesse segmento com valores muito abaixo do mercado, um indício de que, talvez, não estejam procedendo corretamente”, alerta o químico e presidente da Supply Service, David Siqueira de Andrade.
As empresas que contratam o serviço de limpeza da CSAO - postos de combustíveis, concessionárias de veículos, oficinas mecânicas, garagens de ônibus, transportadoras e estabelecimentos tipo lava-jatos - são obrigadas a ter o CADRI (Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental), uma exigência da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).
De acordo com Andrade, o CADRI é um documento obrigatório em que o próprio gerador dos resíduos - no caso os postos de combustíveis e demais empreendimentos que tenham a caixa separadora - deve solicitar ao órgão ambiental: “Por exemplo, o posto de combustível deve constar no CADRI como ‘Entidade Geradora’ e a empresa que irá receber os resíduos resultantes da limpeza (água, óleo, terra, combustível, graxa, entre outros) constará como ‘Entidade de Destinação’”, esclarece o químico. 
Torna-se crime ambiental despejar a água, o óleo e sólidos que são retirados destas caixas separadoras sem o devido CADRI e em local que não se ...


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