Brasil Offshore aquece negociações do setor
Edição Nº 75 - Julho/Agosto de 2015 - Ano XIV
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Brasil Offshore aquece negociações do setor



por Suzana Sakai
Apesar do cenário totalmente desfavorável, a produção de petróleo no Brasil tem crescido consideravelmente. Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a produção total de petróleo e gás natural no Brasil no mês de abril alcançou aproximadamente 2,988 milhões de barris de óleo equivalente (BOE)   por dia, sendo 2,394 milhões de barris diários de petróleo e 94,3 milhões de metros cúbicos de gás natural. Isso representa um aumento de 11,6% na produção de petróleo se comparada com o mesmo mês em 2014.  Diante dos resultados positivos, o setor se prepara para o crescimento contínuo e busca soluções para enfrentar os desafios do mercado. É nesse contexto que o país realizou, entre os dias 23 e 26 de junho, em Macaé, no Rio de Janeiro, o primeiro encontro da indústria do ano: a Brasil Offshore 2015.
O evento aconteceu no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho, que conta com um espaço de 40 mil metros quadrados. A expectativa da organização é que a feira tenha um crescimento de 7% a 10% na edição deste ano.
A feira está em sua oitava edição e é considerada como o terceiro maior evento de petróleo e gás do mundo, perdendo apenas em tamanho para a Offshore Technology Conference (OTC), realizada em Houston, Texas (EUA), e a Rio Oil & Gas, que acontece no Rio de Janeiro de dois em dois anos. Mesmo com a crise econômica e todas as turbulências no setor, a feira apresenta números positivos como: a participação de cerca de 800 marcas, aproximadamente 53 mil visitantes e mais de R$ 1 bilhão em negócios.
De acordo com a organização do evento, um atrativo a mais para as empresas que participam da feira nesse ano é a mudança positiva no perfil de compra dos visitantes. Isso porque, com orçamentos enxutos, as empresas estão enviando executivos com maior poder de decisão e efetiva capacidade para concretizar negócios na feira, que se firma como uma das mais promissoras oportunidades de networking do ano.
Os expositores sabem muito bem da importância desse evento. A Alpina Ambiental, por exemplo, participa da feira desde a sua primeira edição devido à relevância desse encontro. “A Alpina procura estar nos maiores eventos mundiais de óleo e gás e oil spill response, entre eles, a Brasil Offshore. Ainda, Macaé é centro das atividades offshore no país, sendo um local bastante importante para nossas atividades”, comenta a supervisora de marketing da empresa, Mariana Thami N. ...


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