Normas e tecnologias de ultrapurificação e purificação de água laboratorial
Edição Nº 76 - Setembro/Outubro de 2015 - Ano XIV
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Normas e tecnologias de ultrapurificação e purificação de água laboratorial



Cristiane Rubim


Há cada vez mais avanços tecnológicos e de normas para a produção de água ultrapura. Os instrumentos analíticos tornam-se mais sensíveis e as exigências voltam-se para as tecnologias de tratamento. A qualidade, reprodutibilidade, custo e tempo são fatores de suma importância. 
A produção de água ultrapura para medicamentos, laboratórios e clínicas, entre outros, precisa passar por processos de tratamento regidos por normas e parâmetros específicos para garantir a qualidade e segurança. Cada aplicação a que se destina exige um nível de tratamento, Tipo I, II e III. Um investimento que se mostra promissor é a proporção de água utilizada para a obtenção de água pura ou ultrapura em laboratórios. Veja também a diferença entre as águas: destilada, deionizada e ultrapura.
A produção de água ultrapura pode ser obtida por alguns processos de  purificação como: filtração por membranas, Eletrodeionização (EDI) ou resinas de troca iônica produzidas artificialmente, processo que pode ser otimizado para áreas de aplicação específica, dependendo da qualidade e textura necessárias. Miguel Baroni, gerente de divisão produtos & serviços para laboratório da Sartorius, cita o funcionamento dos sistemas de troca iônica, “para transformar a água pura em ultrapura são utilizadas, por exemplo, resinas de gel engarrafadas em cartuchos de filtro, elas são, em geral, na forma de leito misto, incluindo, na mesma proporção, resinas aniônicas e catiônicas. Além disso, as de gel reduzem a quantidade de íons a um mínimo e evitam interações indesejadas com outros componentes analiticamente necessários”, expõe.
A água de elevada pureza também pode ser otimizada para análises críticas. “Por exemplo, no domínio da análise de rastreio é usada também uma lâmpada de UV com duplo comprimento de onda. Ela não só promove a redução de germes, mas também a minimização dos componentes orgânicos, muitas vezes fator problemático nas pesquisas de amostras analíticas”, aponta Baroni. Por outro lado, para a cultura celular ou aplicações no campo das Ciências Naturais, são utilizados módulos de fibra oca ou ultrafiltros. “Estes são especialmente adequados para a remoção de toxinas (endotoxinas) no campo da cultura de células, bem como para a retenção de biomoléculas não desejadas, tais como DNA, RN ...


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