Reposição de filtros automotivos mantêm o crescimento do setor
Edição Nº 83 - Novembro/Dezembro de 2016 - Ano XV
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Reposição de filtros automotivos mantêm o crescimento do setor



Cristiane Rubim
Os fabricantes de filtros automotivos vêm se adequando rapidamente às necessidades do consumidor, que também tenta driblar a recessão sendo obrigados a decidir por outros produtos e serviços para economizar. Estas empresas estão prontas e up-to-date para atender o mercado brasileiro no que for preciso e mostram garra para isso. O mercado de reposição/aftermarketing está aquecido e é uma das grandes apostas para saída da crise. Se a economia melhorar bem pode alavancar o mercado de OEM, que ficou retraído em 2016. Ano após ano também, os fabricantes de filtros automotivos precisam fazer alterações e inovar em seus produtos para cumprir as normas cada vez mais rígidas de emissões de poluentes. Esse desafio mantém as empresas na disputa para apresentar produtos que atendam a todos os requisitos e, em muitos casos, além do exigido.
Segundo Fang C., Head of Brand da Seineca, as novidades do mercado de filtração automotiva para 2017 virão das empresas que conseguirem se adaptar aos diversos fatores que estão impactando a economia brasileira. “Podemos ter surpresas com relação aos players que muitos não esperam. A Seineca está se preparando para ser essa grande surpresa em 2017. Estamos investindo pesado para entender as necessidades do mercado e nos adaptando para aumentar a relevância da marca”, revela.

    

Outra questão que impacta todo esse mercado é em relação às normas que regularizam o setor, que precisam ser seguidas à risca porque envolvem design, desempenho e eficiência do produto, meio ambiente e saúde, entre outros atributos. Conforme Paulo Nascimento, gerente de vendas e marketing da Parker Hannifin Divisão Filtração para o mercado Mobil, em 2017, os equipamentos agrícolas com motores de potência acima de 100 CV deverão atender à nova norma de emissões Proconve Mar-1, conhecida internacionalmente como Tier 3. “Entrarão no mercado motores mais modernos que necessitam de uma filtração mais eficiente”, diz. Além disso, outra tendência é o uso de filtros amigos do meio ambiente ou filtros ecológicos, ou seja, mais fáceis de serem destinados após o uso. “Estes filtros não possuem componentes metálicos, o que possibilita que ele não passe por um processo de segregação de componentes após seu recolhimento. Ele pode ser facilmente prensado para a retirada do óleo e incinerado”, explica Paulo Nascimento.

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