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MEIO FILTRANTE - Nova edição no ar da Revista TAE

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Nova edição no ar da Revista TAE

Data:1/8/2016

O saneamento na visão da CNI 

A CNI - Confederação Nacional da Indústria, publicou em julho o estudo “O Financiamento do Investimento em Infraestrutura no Brasil”, que retrata as dificuldades e a necessidade de avanços em saneamento no Brasil.

Segundo a CNI, saneamento foi o setor com o menor índice de investimentos em 2014 – R$ 11 bilhões, bem distante de transportes (R$ 52,3 bilhões), energia elétrica (R$ 37,4 bilhões) e telecomunicações (R$ 29,4 bilhões). No período de 2001 a 2014, os investimentos corresponderam a 0,19% do PIB, atrás de transportes (0,78%), energia elétrica (0,68%) e telecomunicações (0,56%), denotando uma tendência histórica de prioridades.

Entre os principais entraves estão gestão inadequada, desvios, burocracia, políticas públicas de financiamento e investimento, falta de projetos estruturados, instabilidade política e regulatória.

O estudo diz ainda que “as empresas estaduais (com a possível exceção da Sabesp e da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), além da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e mais recentemente Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro – Cedae) terão dificuldades crescentes de responder ao aumento da cobertura e da qualidade dos serviços nos próximos anos. O maior envolvimento do setor privado, diretamente por meio de (sub)concessões ou parcerias público-privadas (PPPs), será um imperativo”.

Entre as conclusões, aponta que “de maneira geral, o Brasil necessita não apenas investir mais, como também melhorar a eficiência com que os investimentos são realizados” e que “os programas de investimentos em infraestrutura demandarão soluções de natureza perene, inclusive e particularmente, no plano da mobilização de recursos”. 

Nas matérias dessa edição, abordamos a realização da 27ª edição da Fenasan, evento que acontece em agosto e movimenta o mercado de saneamento; efluente industrial versus efluente doméstico; bombas de alta capacidade que garantem abastecimento e tratamento de água e esgoto; cuidados em leitos de secagem requerem conhecimento do lodo gerado; odores no tratamento de efluentes; e muito mais.

 


Boa leitura e até a próxima edição.


Rogéria Sene Cortez Moura - Editora

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