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Grupo Renault: faturamento de € 12.218 milhões, alta de 15,9% no 3T17

Data:31/10/2017

No terceiro trimestre as vendas do Grupo Renault avançaram 9,4%, para 866.233 veículos, em um mercado em alta de 3,4%. Na Europa, os emplacamentos do Grupo aumentaram 4,9%, em um mercado em alta de 1,4%. O sucesso do Novo Koleos, do ZOE Z.E. 40 e da gama Dacia permitiu avanço de 0,3 ponto em participação de mercado, para 9,9%. Fora da Europa, o Grupo avança 13,5%, com uma forte dinâmica nas regiões Américas (+14,0%) e Eurásia (+24,3%).

No terceiro trimestre, o faturamento do Grupo Renault atingiu 12.218 milhões de euros (+15,9%). Excluindo o impacto da consolidação da Avtovaz, o faturamento do Grupo avançou 9,8%, para 11.584 milhões de euros (+12,2%, sem contar o efeito das taxas de câmbio).

Neste período, o Grupo Renault continua a registrar um crescimento de suas vendas, com uma alta de 9,4% de suas vendas mundiais, para 866.233 unidades, assim como de sua participação de mercado (+0,2 ponto, para 3,8%).

Na Europa, os emplacamentos do Grupo estão em alta de 4,9%, em um mercado em progressão de 1,4%, para 397.097 veículos emplacados no 3º trimestre. A participação de mercado do Grupo ficou em 9,9% na Europa, em alta de 0,3 ponto.

A marca Renault registrou um crescimento de 2,9% na Europa, tendo como destaques o lançamento do novo Koleos e o sucesso do ZOE Z.E. 40. O Clio é o segundo veículo mais vendido na Europa e o Captur é o 1º crossover de seu segmento.

A Renault mantém sua liderança entre os elétricos, com 7.697 veículos vendidos no terceiro trimestre. O ZOE registrou 6.665 vendas, para um crescimento de 67%.

A marca Dacia registrou uma progressão de 10,3%, graças principalmente à performance do Sandero (+12%).

Fora da Europa, o Grupo continua a fortalecer suas posições, graças ao sucesso de seus novos modelos. Os volumes de vendas estão em alta de 13,5%, em um mercado que aumentou 5,5%.

Na Eurásia, os volumes estão em alta de 24,3% em um mercado que avançou 15,5%. Agora incluindo a marca Lada, a participação de mercado do Grupo aumentou 1,8 ponto, para 24,6%.

Na Rússia, segundo mercado do Grupo em volumes, as vendas aumentaram 22,9% (considerando o mesmo escopo, incluindo a Lada). Graças ao sucesso dos modelos Lada Vesta, Lada XRAY e Renault Kaptur, o Grupo registrou uma participação de mercado de 28,2%, em alta de 1,2 ponto.

Na Turquia, as vendas estão em alta de 40,6%. A participação de mercado aumentou 3,5 pontos, ficando em 18,8%, graças ao Novo Mégane Sedan, que registrou mais de 8.412 emplacamentos no terceiro trimestre.

Na Ásia-Pacífico, os emplacamentos do Grupo estão em alta de 21,1%, em um mercado em crescimento de 4,7%. Na China, o Grupo teve um aumento de 123,6% nas vendas, com 16.807 veículos vendidos no trimestre. Na Coreia do Sul, a Renault Samsung Motors registrou uma queda de 8,2% devido à ausência de um novo modelo em um mercado extremamente competitivo, após um forte crescimento em 2016, marcado pelo lançamento do SM6 e do QM6.

Na região Américas, as vendas estão em progressão de 14,0% em um mercado em alta de 7,1%. A participação de mercado do Grupo avançou 0,4 ponto, para 7,3%. O Grupo continua a aproveitar plenamente a recuperação do mercado brasileiro, que avançou 14,6%. As vendas aumentaram 24,8% e a participação de mercado atingiu 8,5% (+0,7 ponto), graças aos bons resultados dos novos modelos Captur e Kwid. Lançado em julho, o Kwid já teve mais de 13.600 unidades vendidas. No mercado argentino, que está em alta de 18,5%, o Grupo avança 7,7%, aguardando o lançamento comercial do Kwid.

Na Região África / Oriente Médio / Índia, os emplacamentos do Grupo estão em queda de 1,3%, em um mercado em alta de 4,2%. Na Índia, as vendas tiveram queda de 20,7% em relação ao terceiro trimestre de 2016, aguardando o lançamento do Captur no início de novembro.

No Irã, o Grupo confirma a tendência do primeiro semestre de 2017, com entregas em alta de 28,1%, graças ao sucesso do Tondar e do Sandero. A participação de mercado do Grupo aumentou 0,8 ponto, ficando em 10,5%.

Faturamento do trimestre por setor operacional — O faturamento da Divisão Automobilística (com exceção da Avtovaz) ficou em 10.974 milhões de euros (+9,9%). O efeito de volume (+2,7 pontos) continua se beneficiando da recuperação dos mercados russo, brasileiro e turco, assim como o bom ritmo das vendas na Europa. O efeito combinado dos preços e dos mix teve um impacto positivo de 2,2 pontos. A alta das vendas às empresas parceiras contribui para o crescimento do faturamento em 4,8 pontos e reflete o dinamismo das vendas de veículos montados (principalmente na Europa, com o aumento da cadência de produção do Nissan Micra), assim como das atividades CKD1 no Irã e na China. O efeito “outros” (+2,6 pontos) se explica principalmente pela boa performance das atividades de veículos seminovos e peças de reposição. O efeito das taxas de câmbio foi negativo à altura de 2,4 pontos, devido à valorização do euro em relação a uma série de moedas (principalmente o peso argentino, a libra turca e o won coreano).

A Divisão de Financiamento das Vendas (Banco RCI) teve um faturamento de 610 milhões de euros no terceiro trimestre, em alta de 9,5% em relação a 2016. O número de novos contratos de financiamento aumentou 14,0%. A média de créditos em circulação avançou 18,2%, para 40,1 bilhões de euros.

O faturamento da Avtovaz ficou em 634 milhões de euros no terceiro trimestre (empresa não consolidada na integração global em 2016).

Perspectivas para 2017 — Em 2017, o mercado mundial deve ter um crescimento de 2 a 3% (previsão anterior de 1,5 a 2,5%). O mercado europeu pode crescer em torno de 3% (previsão anterior de 2%), enquanto que o mercado francês deve avançar em torno de 4% (previsão anterior de 2%).

Fora da Europa, o mercado russo pode crescer em torno de 10% (previsão anterior de mais de 5%), e o mercado brasileiro até 8% (previsão anterior de 5%). A China (em torno de 5%) e a Índia (acima de 8%) devem manter uma dinâmica de crescimento.

Neste contexto e após consolidação da Avtovaz, o Grupo Renault confirma seus objetivos para o ano de 2017: . Aumentar o faturamento além do impacto da Avtovaz (com taxas de câmbio constantes)*, Aumentar a margem operacional do Grupo em euros*, Gerar um fluxo de caixa livre operacional positivo da Divisão Automobilística.



Fonte: www.revistafatorbrasil.com.br 

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