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MEIO FILTRANTE - Em dois anos, Arueira Ambiental recicla 2,5 mil Ton de lixo e negócio dobra de tamanho

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Em dois anos, Arueira Ambiental recicla 2,5 mil Ton de lixo e negócio dobra de tamanho

Data:15/12/2017

- Com o incremento de 50% no faturamento em 2017, empresa especializada na implantação de projetos de gestão de resíduos celebra seu décimo contrato;
- Solução ambiental foi adotada recentemente por dois grandes shoppings na zona norte de São Paulo e um edifício corporativo na Avenida Paulista 

 

O movimento de uma gangorra caracteriza bem a meta da Arueira Ambiental: inverter o ciclo do lixo, valorizando a reciclagem como uma fonte de receita e não como sinônimo de despesa que o termo carrega. Essa gangorra, apoiada pelo solo firme da conscientização ambiental da população, é impulsionada na direção rentável pelos sócios da Arueira, André Mantovani e Rui Signori, que, há dois anos, desenvolvem soluções para a gestão de resíduos em escolas, shoppings e edifícios corporativos e mistos.

O lixo que ninguém vê virou negócio para a Arueira Ambiental. Somente este ano, a empresa já faturou R$ 1,2 milhão, oferecendo soluções que abarcam o processo completo de reciclagem, incluindo triagem e separação dos resíduos, compostagem - transformação do resíduo orgânico em adubo - e manutenção de horta urbana, adubada com o próprio material obtido pela compostagem.

“Lixo tem uma concepção diferente para cada pessoa. O jeito de olhar para o resíduo é a novidade que tentamos ensinar. Mostramos que o lixo é um material que precisa deixar de ser descartado e tem a capacidade de gerar dinheiro porque tem valor de mercado”, explica o economista e sócio-diretor da Arueira Ambiental, André Mantovani.

A tendência de gerir resíduos é crescente, motivada pelo interesse dos estabelecimentos comerciais de investirem em projetos sustentáveis. Isso permite a economia com a coleta dos seus resíduos, obrigatória em diversas cidades do país, e ainda a possibilidade de lucrar com a venda dos materiais recicláveis e melhorar a sua reputação ambiental.

“Há uma onda de conscientização atrelada à legislação. Vimos nisso uma oportunidade e, então, estabelecemos um novo modelo de negócio”, destaca Mantovani. Segundo ele, embora práticas sustentáveis tenham ganhado cada vez mais adeptos, ações em torno da cadeia produtiva do resíduo devem ser incentivadas e buscadas.

Como funciona

A partir de uma análise minuciosa do espaço que vai abrigar o projeto e da quantidade e do tipo de lixo gerado, a Arueira Ambiental desenvolve um plano personalizado com a solução mais adequada para o estabelecimento. Depois de implantado, os sócios da empresa acompanham presencial e semanalmente os resultados dos clientes e ministram treinamentos rotineiros para os funcionários locais.

“Depois que está implantado, todo mundo abraça o projeto e tem orgulho. A resistência vai se esvaindo a medida em que a gestão começa a funcionar, e os funcionários reconhecem que é uma causa bacana. Eles mesmos começam a fiscalizar o processo. É uma mudança cultural que implantamos”, avalia Rui Signori, engenheiro agrônomo, sócio-diretor da Arueira Ambiental e responsável pelo treinamento nos estabelecimentos.

Somente na cidade de São Paulo, a Arueira Ambiental acumula em seu portfólio projetos implantados em shoppings, como o Eldorado e dois dos maiores centros comerciais da zona norte de São Paulo, colégios, como o Dante Alighieri, e edifícios corporativos, como o Pátio Victor Malzoni, Infinity Tower e Cetenco – das gigantes Google, Apple e restaurante Spot, respectivamente. A empresa também tem clientes no Rio de Janeiro, como o edifício misto Le Monde, e em Manaus, no shopping Manauara.

O sucesso tem sido tão expressivo que a Arueira Ambiental tem perspectivas de expandir seu negócio em outras cidades do país. “Planejamos formar equipes no Rio de Janeiro, Goiânia e Porto Alegre, como uma franquia, para que possamos difundir e propagar essa prática, tratar o resíduo como matéria-prima, destinando o orgânico para a agricultura e o seco para a indústria e, ainda, diminuir o impacto ambiental”, finaliza Mantovani.


Fonte: Assessoria de Imprensa

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