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MEIO FILTRANTE - Exportação recorde nunca foi tão alta no 1º trimestre

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Exportação recorde nunca foi tão alta no 1º trimestre

Data:6/4/2018

Fabricantes embarcaram para fora 180 mil veículos nos três primeiros meses do ano 

PEDRO KUTNEY, AB

As exportações de veículos nunca foram tão altas no primeiro trimestre de qualquer ano anterior, com recorde histórico de 180,2 mil veículos produzidos no Brasil embarcados para outros países nos primeiros três meses do ano, em alta de 3,3% sobre igual período de 2017. “É um setor valorizado, que entrou de vez nos planos das empresas”, justificou Antonio Megale, presidente da Anfavea, a associação dos fabricantes instalados no País. 


“São números positivos que estamos no caminho para mais um ano de recorde de exportação, chegando a 800 mil veículos que prevemos exportar em 2018”, reforçou Megale, em cima da projeção da entidade que antecipa alta de 5% nas exportações este ano, superando o recorde de 2017, de 766 mil unidades. 

Em março isoladamente, as exportações somaram 67,5 mil veículos, número 1,8% maior que o de fevereiro, mas 3,3% inferior ao mesmo mês do ano passado. “É um movimento pontual, um embarque a menos ou a mais não está alterando o ritmo das exportações, que continua forte”, explica Megale. 

RECORDE TAMBÉM EM VALORES


As exportações em valores também bateram recorde: foi o melhor faturamento de vendas externas para o mês e também para o primeiro trimestre. 

Em março os embarques de veículos, máquinas agrícolas e de construção, além de componentes enviados para fora pelas próprias montadoras, renderam US$ 1,57 bilhão em divisas ao País, cifra 6,5% maior que a registrada em fevereiro e 18,4% acima do mesmo mês de 2017. 

A queda no mercado doméstico por três anos seguidos, aliada à produtos de maior qualidade fabricados no País, incentivaram o lado exportador dos fabricantes de veículos. Também ajuda as negociações de acordos comerciais entre países, como o fechado com a Colômbia no ano passado. Megale avalia que o aumento das exportações do setor é uma tendência que veio para ficar, mesmo com a melhoria das vendas internas, que ainda são insuficientes para preencher toda a capacidade de produção instalada – as fábricas ainda operam com média de 40% de ociosidade. 



Fonte:  www.automotivebusiness.com.br

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