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MEIO FILTRANTE - Como reduzir impactos nas construções de gasodutos e oleodutos

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Como reduzir impactos nas construções de gasodutos e oleodutos

Data:14/5/2018

O investimento em novas técnicas de perfuração para a construção de gasodutos e oleodutos tem ganhado repercussão, pois permite chegar a alvos de difícil acesso.

Toda obra requer uma série de procedimentos que geram transtornos, mas que podem ser minimizados. A construção de gasodutos e oleodutos é necessária para atender à demanda de transporte de gás e petróleo, sobretudo, a obrigatoriedade do processo não elimina possíveis impactos que ele pode gerar. Preocupar-se com o meio ambiente, e também com as questões sociais envolvidas no decorrer da construção, garante um resultado mais eficaz.

A construção de gasodutos e oleodutos, que permite a condução de gás e petróleo em longas distâncias, não só para as refinarias, como também, em alguns casos, para o consumidor final, possui um alto custo de implantação. Por esse motivo, a escolha assertiva dos métodos a serem utilizados assegura que o dinheiro seja melhor investido.

A perfuração MND, por métodos não destrutivos, tem como objetivo utilizar novas técnicas para a construção de redes subterrâneas, de modo a minimizar ou eliminar a necessidade de escavações. É uma opção mais sustentável e que reduz custos e impactos sociais. Utilizar esse método, requer pesquisas na área a ser construída. As investigações sobre a condição dos locais, se feitas de maneira adequada e precisa, têm a capacidade de identificar possíveis situações no decorrer do serviço, o que auxilia na construção de um planejamento de execução.

Nos últimos anos, houve um aumento expressivo do mercado de gás natural no Brasil, bem como da exploração de petróleo. Esse cenário, implica na necessidade de novas construções de redes de gasodutos e oleodutos. O investimento em novas técnicas de perfuração tem ganhado repercussão. A perfuração direcional permite chegar a alvos de difícil acesso, mas requer o emprego de tecnologias específicas, bem como mão de obra qualificada e especializada para a perfeita execução.

Além da técnica, é preciso analisar os impactos causados pela perfuração. O Conama, Conselho Nacional do Meio Ambiente, inclusive, estabelece a necessidade de um Estudo e Relatório de Impacto Ambiental, antes do início das obras. Utilizar o método não destrutivo é uma alternativa. Optar por uma empresa responsável, garante o cumprimento das normas nacionais e internacionais de segurança, eliminando abertura de valas, interrupção do trânsito e rotina no local da obra.

Mesmo com os benefícios da construção de gasodutos e oleodutos, os locais estão sujeitos a impactos, que vão além do meio ambiente. A maneira como as construções podem atingir as comunidades e assentamentos locais; a eliminação do produto na vegetação, além dos efeitos do calor do óleo quente, no tubo sobre o solo congelado que está em volta, também são questões que precisam ser avaliadas.

A DRC , empresa especializada em perfuração direcional não destrutiva, que atua no segmento há 18 anos, conta quais são os critérios prévios utilizados antes do início das obras. "O desenvolvimento do projeto só é realizado a partir do mapeamento das interferências. Após esse procedimento, é consultado um software adequado à perfuração direcional, a fim de garantir a precisão na execução do furo". Critérios como esses devem ser levados em consideração, por garantirem um serviço com qualidade e perfeição.

 
Website: https://www.drcnet.com.br/


Fonte: www.noticias.dino.com.br

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