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Otimismo de multinacionais de veículos pesados e caminhões geram empregos

Data:25/11/2019

O setor de Veículos Pesados e Carroçarias aposta no crescimento das exportações de caminhões produzidos no Brasil, aumentando vagas de empregos na categoria. De janeiro a setembro de 2019 a produção de caminhões no Brasil somou 87,4 mil unidades, um crescimento de 13,2% ante o mesmo período do ano passado. Enquanto isso, as exportações apresentaram uma queda de 51,9%, com 9,8 mil caminhões exportados.

“Esse é um momento de otimismo com a recuperação da economia, melhora do nível de empregos e da confiança 

O setor de Veículos Pesados e Carroçarias aposta no crescimento das exportações de caminhões produzidos no Brasil, aumentando vagas de empregos na categoria.

De janeiro a setembro de 2019 a produção de caminhões no Brasil somou 87,4 mil unidades, um crescimento de 13,2% ante o mesmo período do ano passado. Enquanto isso, as exportações apresentaram uma queda de 51,9%, com 9,8 mil caminhões exportados. Houve uma queda substantiva na participação em relação a produção total no País, nos nove meses de 2018 a participação atingiu 26,5%, em 2019 ficou em apenas 11,2%.

Na última semana, encerrou-se a Fenatran, um dos principais eventos de transporte rodoviário de cargas da América Latina, com uma vitrine dos principais lançamentos do setor. Na ocasião, a Mercedes-Benz lançou seu novo caminhão pesado, o Actros, que segundo a montadora, insere a produção brasileira no mapa mundial de
76 produção do grupo.

A Scania também mostrou os primeiros resultados da fabricação de seus novos caminhões globais em sua fábrica de São Bernardo do Campo, e afirmou que a unidade brasileira, após os investimentos concretizados em tecnologia, espera ampliar a participação da operação nacional no mercado global.

De acordo com as perspectivas da Lafis, a taxa de câmbio deverá se manter desvalorizada em 2020, o que favorece as exportações, entretanto, o Brasil ainda possui diversas barreiras para essa ampliação das exportações para além dos países latino americano, entre elas a infraestrutura logística e os custos tributários, a Lafis estima que essas barreiras serão solucionadas em longo prazo.

Depois de ampliar suas vendas em quase 80% no ano passado, e de não ter crescido mais em razão da falta de capacidade produtiva, a fabricante de caminhões e ônibus Volvo anunciou nesta quarta-feira, 13, investimentos de R$ 250 milhões e contratação de 300 funcionários para ampliar a produção na fábrica de Curitiba (PR) neste ano.

O grupo tinha em andamento um plano de aporte de R$ 1 bilhão para o período de 2017 a 2019, mas decidiu antecipar o novo investimento. A maior parte do valor adicional será gasta em 2020, principalmente em novos produtos, informa o presidente da Volvo América Latina, Wilson Lirmann.

"Esse é um momento de otimismo com a recuperação da economia, melhora do nível de empregos e da confiança", diz Márcio Miranda CEO Latam da United HR. "Muitos investimentos começam a ser destravados em vários tipos de negócios e precisamos acompanhar esse movimento".

A United HR, empresa de coach de executivos anunciou, neste mês, um projeto de coach que habilita o executivo a se recolocar em multinacionais, incluindo as montadoras 4.0 e 5.0. - "Desenvolvemos habilidades e competências dos líderes das maiores corporações, geramos empregabilidade a executivos interessados em aderir nosso projeto", afirma Márcia Pillat, CEO North America da United HR, empresa de outplacement e executive search.

O projeto pode assegurar o emprego de milhares de executivos, uma vez que serão desenvolvidas competências necessárias e esperadas pelas montadoras de grande porte.

Segundo Márcia Pillat da United HR, atualmente, o Estado de São Paulo conta com 57.353 trabalhadores em montadoras de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O número corresponde a 51,4% dos postos gerados pelas empresas do segmento ligadas à Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) em todo o Brasil.

No País, são 111.442 empregados pelas companhias do ramo, de acordo com levantamento da Anfavea. Não estão incluídos, nesse caso, os produtores de máquinas agrícolas e de construção.

Segundo Márcia Pillat da United HR, o território paulista abriga instalações de nove fabricantes de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, além de escritórios e campo de provas, entre outros: Caoa-Chery, Ford, General Motors, Honda, Hyundai, Mercedes-Benz, Scania, Toyota e Volkswagen.

 
Website: http://unitedhr.co


Fonte: http://noticias.dino.com.br

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