Saiba quais práticas podem gerar impacto social e ambiental positivo em grandes eventos
ADS Comunicação Corporativa -
A Higiexpo se destacou pela segregação efetiva de resíduos, resultando em 15.981 kg de materiais recicláveis ao final do evento.
À medida que a população mundial cresce e os desafios ambientais se tornam mais evidentes, a realização de eventos e ações em larga escala impõe uma responsabilidade significativa em relação ao impacto ambiental e social. Ciente dessa responsabilidade, a Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional (Abralimp) promoveu durante a Higiexpo 2024, maior feira de limpeza e higienização da América Latina, uma série de iniciativas que refletem o compromisso com a sustentabilidade e as metas ESG.
A Higiexpo se destacou pela segregação efetiva de resíduos, resultando em 15.981 kg de materiais recicláveis ao final do evento. Este volume é equivalente a nove carretas cheias de lixo que foram desviadas de aterros, promovendo uma economia circular que respeita e recupera os recursos do planeta. Esse trabalho remunerou 11 catadores e catadoras, sendo que 60% dos profissionais que participaram do processo de segregação de resíduos eram mulheres, o que ressalta a promoção da igualdade de gênero e a valorização do trabalho feminino.
“O setor de limpeza profissional tem um papel fundamental na luta contra as mudanças climáticas e no desenvolvimento de práticas mais sustentáveis. Nosso objetivo na Abralimp é criar um ambiente em que as ações ecológicas se tornem cada vez mais comuns e valorizadas”, ressalta Denise Cruz, diretora executiva administrativa da Abralimp. “Ao colaborar com ONGs e implementar práticas solidárias, conseguimos não apenas envolver o nosso próprio setor, mas também inspirar outras áreas a seguirem o mesmo caminho.”
Um exemplo é a parceria com a ONG ‘Projeto Ohquidea’, iniciativa de educação socioambiental, que coleta e promove a destinação correta de arranjos florais usados em eventos. Durante a feira, 42 orquídeas que seriam descartadas ganharam novos destinos. A ação apoiou o trabalho de 10 mulheres em situação de refúgio no Brasil. Também foram coletadas cerca de 7,5 kg de tampinhas plásticas, em torno de 1.000 unidade de tampinhas. Por meio da ONG ‘Tampinhas que Curam’, o valor adquirido na reciclagem será revertido para o tratamento de crianças com câncer.